No ano passado, por exemplo, nesta mesma data, fui à Unopar, dei uma engabelada na aula daquele dia, saí mais cedo da Universidade, corri pro restaurante buscar a encomenda do nosso primeiro Dia dos Namorados juntos. Havia flores, havia taças, havia espumante, havia a paixão, havia o desejo, havia o amor.

Hoje você está aí em Londrina, eu aqui em Curitiba. Não há flores, nem taças, nem espumante. Mas há paixão, há desejo, há amor, há a certeza de que sua presença fez os meus dias – que já eram muito bons – ainda melhores, mais coloridos.
É confortante saber que nesse um ano e 49 dias, nós soubemos desenvolver a nossa história, às vezes como uma novela dramática, às vezes com o humor mais descarado, mas sempre com o afeto que nos une e o amor que nos acolhe.

Eu escolhi você, você me escolheu e agora não existe mais futuro. Existe o aqui, o agora – e ele não é um programa de televisão de baixa audiência, pelo contrário.
Você chegou e, como numa das belas – e raras – canções da Simone, iluminou o meu olhar. E isso é mais que suficiente para eu celebrar a felicidade e a paz que esse encontro me proporciona.
Eu amo você. Hoje um pouco mais que ontem e, certamente, um pouco menos que amanhã.
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