Tenho certeza absoluta que ainda vou ganhar um prêmio nas loterias da Caixa Econômica Federal. A convicção ficou ainda mais forte depois que eu li O Segredo e aceitei que o universo me ofereça alguma quantia desses jogos.
Dito isso e somado ao fato que eu já ganhei diversas rifas nesta vida – inclusive uma que premiou o felizardo com uma leitoa (viva ou pré-preparada) –, sistematicamente faço as minhas apostas. Na última viagem à Recife, comi um biscoito da sorte e nele vieram seis dezenas. Além de apostar as tais na Mega, Dupla Sena e Quina, fiz cálculos para decidir os outros números da Lotofácil e Lotomania, sempre aproveitando a somatória dos seis originais.
E mais: o meu amigo Carlos Appoloni, um phd na vida, aconselhou-me a jogar sempre nos mesmos números. Estatisticamente tenho mais chances.
Agora só preciso do apoio dos amigos para me lembrar de conferir os jogos. Ontem descobri ter acertado 13 dezenas na Lotofácil, o que me daria um prêmio de dez dinheiros. Porém, não levarei imensa fortuna por um mero detalhe: perdi o prazo para ir a uma lotérica.
Mas anote aí: perco o prazo, mas jamais a fé. Já acertei várias vezes 11 dezenas, duas vezes 12 dezenas e agora, 13 dezenas. Devagar se vai ao longe e água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
Assim como decidi numa manhã de 1987 que eu ganharia o sorteio do consórcio de um vídeo cassete Panasonic, eu vou ganhar um prêmio da Lotofácil.
Publicado em 29 de janeiro de 2008 às 00:02 por joao