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This is the archive for March 2005

Thursday, March 31, 2005

A Luciana Gimenez, quem diria, está prestando um grande serviço ao povo brasileiro. Não se assuste, eu não estou louco. Agora, neste momento, estou vendo o programa da moça e me sinto muito feliz.

No Superpop há um quadro chamando Toca uma música pra mim. A produção escolhe dez músicas de sucesso nas rádios. Um crítico musical que escreve em duas revistas especializadas, um tal de Régis, não só comenta as obras como destrói a marretadas os cds ruins.

Ele fiz isso com As Meninas, a Wanessa Camargo e o grupo Bokaloca. Pegou a marrreta e não deixou um caco para contar história. Tudo diante dos olhos estupefatos da apresentadora, sempre justificando que os cds são piratas. Nada mais trash.

E me encheu a alma de alegria ouvir o crítico dizer que a Wanessa Camargo é a única cantora uniforme que ele conhece: tudo que ela canta é muito, muito, sempre muito, mas muito mesmo, ruim, muito ruim, sempre ruim.

Desopilou o meu fígado!

Tuesday, March 29, 2005

Eu já fui assim... olho arregalado pra descobrir o mundo, orelhas de dumbo para poder conquistá-lo... mais não digo porque não sei!

Esta foto é de 1973, restaurada pelo meu amigo Marcos Berteloni

Só comi dois bombons nesta Páscoa. Não senti falta de mais chocolate. Só de um tempo, quando a principal preocupação era saber o tamanho do ovo de chocolate que ganharia.

Eu fiz o jardim da infância na escolinha da Igreja Adventista, dirigida pela Irmã Renata. Loira de dentes largos, era um verdadeiro doce. Pelas manhãs, tinha sorriso grande para receber os pequeninos. Na escolinha dominical, contava histórias bacanas e ensinava músicas muito gostosas de cantar. Naquela páscoa, foi uma felicidade só.

Era 1976. Estávamos todos na única sala da Igreja, a tia Sandra fecha a porta por alguns instantes e avisa que teríamos uma surpresa. Ela libera para irmos ao pátio. Correndo pelo gramado, uma dezena de coelhinhos (ou lebres, sei lá!) fugindo de nós pra todos os lados. A Tia ainda avisa que se a gente procurasse direitinho, descobriríamos que aqueles danados tinham espalhado ovos por todos os lados. E era verdade. Ovos de galinha, decorados com tinha guache, recheados de amendoim caramelizado e fechados com papel crepom. Uma alegria sem fim.

Seis anos depois, cursando a sexta série na Escola Estadual Professor Francisco Villanueva, tive a grande felicidade de comprar um número de rifa e ser sorteado. Isso mesmo, ganhei o primeiro prêmio, um ovo de chocolate do tamanho do mundo. Para aquela época e para os meus padrões familiares, era o maior ovo de todos os tempos, de todo o universo. Tão grande, tão caro, tão cobiçado. Foi preciso que a professora ligasse em casa para que meu pai fosse me buscar. Os moleques maiores queriam tomar o presente de mim. E eram muitos.

Não que o hoje seja ruim. Mas que me deu uma baita saudade daquelas preocupações.

E estou sentindo muita falta do meu pai!

Wednesday, March 23, 2005


Os últimos dias não têm sido fáceis, como tenho confessado nos posts. Mas hoje meu coração amoleceu. Fiquei triste com a saída da Pink do Big Brother Brasil. A produção deu conta de modificar a regra básica do programa, conseguindo criar Marias do Carmo e Nazarés. Agora que só os mocinhos estão na casa, que o último capítulo da novela está se prolongando, é uma pena o principal casal do programa se desfazer.

Ali, Jean e Pink vivenciaram muito do que as profundas relações têm de melhor e pior, excluindo aí qualquer questão de gênero. Talvez a qualidade do encontro a dois exclua o sexo. Por melhor que seja o contato íntimo, ele sempre traz muita posse. Nem sempre é fácil lidar com isso.

Até a dor corrosiva do ciúme eles experimentaram. Numa triangulação só provável numa mente feminina, Pink ficou irritada com a aproximação fraterna de Alan e Jean. E mostrou ser de carne e osso, o que é sempre muito bom. No fim, fizeram as pazes.

Admito: foi o paredão mais triste. Por tudo de grotesco, baixo nível ou qualquer outra definição acadêmica baseada nos tais princípios da indústria cultural. Com todas as mesquinharias que cercam as relações humanas. E que por isso mesmo, se tornam francas, reais.

Estou mais feliz do que ontem. E agora torcendo pra grande final ser entre o Jean e a Grazieli.

Monday, March 21, 2005

Hoje consegui vomitar um pouco do sapo. Estava no cruzamento da Alagoas com a Souza Naves esperando o sinal abrir. Mal ficou verde, numa questão de dois microcentésimos de segundo, o senhor que estava atrás meteu a mão na buzina, passou por mim e comentou em tom muito irritado:
- Sai da frente lerdeza!

Acometido da extrema gentileza dos últimos dias, retruquei;
- Está com pressa por que seu gordo nojento e impotente? Está na hora do viagra?

Sabia que me desopilou o fígado?

Esta semana, se eu fosse mulher, poderia usar a boa e velha desculpa da TPM. Ando muito, muito irritado, contando até 357 para não dar patadas além da conta. Eu detesto fases como esta. Está foda encontrar o jeito de digerir o sapo que precisa ser engolido.

- 0 –

Era final de primavera de 1993. Recebo um telefone do Donizete Buganza anunciando a morte do Jorge Marcos Leão, o coreógrafo que montou o espetáculo de estréia do Ballet de Londrina, mas não pôde apreciar a obra no palco, por conta de um acidente de moto. O Leão coreografara algumas cenas minhas no espetáculo Perfidamente Teu e nos tornáramos amigos. Foi um baque daqueles, uma tristeza sem fim. Na época, ganhei de presente de um amigo, um frasco de perfume bom. No fundo, ele escrevera uma mensagem: “não se preocupe: até isso vai passar”. Ele mentiu. A morte de alguém querido não passa nunca. A gente até se recupera, toca o barco. Mas esquecer, jamais.

- 0 –

Até agora não entendi direito. Mas o fato é que eu me inscrevi no teste seletivo para professor da UEL. Na terça-feira foi a prova. No dia do sorteio do tema, eu prometera que se caíssem quatro temas específicos, não faria a prova. Como a sorte pareceu estar ao meu lado, fui lá conferir como era. Após o exame da banca, saí do CECA muito mal, com a sensação de que sou um verme, um grande equívoco como professor. Desacreditei no método, no conhecimento, na forma de orientar, indicar, apontar alguns caminhos e possibilidades. Fiquei tão irritado, que em certo momento da entrevista, disse aos componentes da banca que eles deveriam avaliar bem o meu perfil e só depois decidir se eu me encaixava dentro do que a UEL precisa. Na Unopar, falei com a coordenadora que estava tudo errado, que eu não poderia estar dando aula nem em cursinho. As palavras que ouvi de alguns integrantes da banca ficaram martelando na minha cabeça até sexta-feira à tarde. Foi quando saiu o resultado do teste.
Dentre os seis candidatos, eu fiquei em primeiro lugar. Mas não comemorei, porque o caldo já estava entornado, já tinha perdido o tesão. As dúvidas que agora me rondam são:
1) Se eu era o melhor, por que aquele questionamento humilhante?
2) Se com tudo o que me disseram, fiquei em primeiro, devo supor que os outros então, valha-me Deus?
3) É necessário mesmo tocar em feridas?

- 0 –

O pior momento de uma relação casual:

- Oi...
- Nossa, há quanto tempo. Estou com saudades.
- Pois é. Eu também. Tentei falar com você várias vezes esta semana, mas a Vivo parece conspirar contra nós.
- Sempre essa operadora...
- O que você está fazendo?
- Passando roupa, acredita?
- Se você diz, acredito. Mas não dá para deixar essa roupa pra depois? Eu queria ver você.
- Pois é. Eu ia mesmo te ligar.
- Estava com saudades?
- Sim, mas não era só por isso.
- O que houve?
- É que eu estou namorando.
- ... (silêncio constrangedor) É mesmo? Que bacana.
- É. A gente se conheceu faz pouco mais de um mês e agora decidimos que é namoro.
- Que bom, fico feliz por você.
- Obrigado. Mas ó, eu gosto muito de você, viu?
- Eu sei.
- Não deixe de me ligar pra gente conversar. Você é muito especial.
- Claro, pode deixar que eu ligo. (vá se foder...)
- Vamos sair uma hora dessas pra conversar.
- Vamos sim. Assim que você tiver uma brecha aí no namoro, me liga então.
- Beleza, pode deixar que eu ligo.
- Até mais!
- Abraço!



Thursday, March 17, 2005


Trago na boca o gosto de uma amêndoa mofada. Amarga como o desamparo, fria como a solidão. E olhando para os lados, não me resta alternativa, a não ser aceitar o irremediável da imperfeição. Reconheço que é preciso força e coragem para olhar tudo isso de frente e assumir a minha colaboração para que as coisas ocorram com tamanha violência. Sou meu próprio algoz, com a espada afiada da intolerância diante do real pairando sobre minha cabeça. Uma hora, espero, melhora.



The Blower's Daughter, by Damien Rice

And so it is
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time
And so it is
The shorter story
No love, no glory
No hero in her sky

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time
And so it is
The colder water
The blower's daughter
The pupil in denial

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

Did I say that I loathe you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?

I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off you
I can't take my mind...
My mind...my mind...
'Til I find somebody new

Monday, March 14, 2005


Os últimos dias têm trazido sensações muito diferentes, que se aproximam da raiva e do afeto, numa rapidez que me espanta. Há pouco, consegui baixar a música tema do filme Closer – Perto Demais. Estou ouvindo-a repetida vezes. E pensando em você. Como pensei ontem à noite ao beijar uma boca que não era a sua. Embora não tenha te tocado nenhuma vez como gostaria, sinto o seu cheiro perto de mim. Perto demais. Hoje à tarde foi assim de novo. Os meus pensamentos andam soltos, mas presos a ti. Que espero, uma hora dessas apareça. Vai ser muito bom.

I can't my eyes of you!

Saturday, March 12, 2005

Depois do cinema, fui ao supermercado para as compras do mês. No caixa ao meu lado, uma cena deprimente. Uma mulher loira, na faixa dos 30 anos, discutia calorosamente com o marido porque ele olhara as pernas de uma outra fêmea que estava no mesmo recinto. Os ânimos foram ficando tão exaltados, que por um momento pensei que ela fosse esbofeteá-lo. A hostilidade foi tanta, que o casal largou as compras de lado e foi embora. Óbvio que o supermercado parou pra ver a cena. É o tipo de situação grotesca apropriada para quem não tem o menor amor próprio.

Thursday, March 10, 2005

Morreu hoje no Rio de Janeiro, aos 87 anos, a atriz Zilka Salaberry. Esta passagem é muito especial, principalmente para quem está na faixa dos 30 anos.

Foi esta senhora que povoou os nossos sonhos e encarnou o modelo perfeito de avó ideal nas décadas de 70 e 80, quando interpretou a generosa Dona Benta, do Sítio do Picapau Amarelo. Quem não sonhou em passar as férias naquele lugar, fazer as refeições ouvindo aquelas estórias espetaculares, receber a benção e afago daquelas mãos antes de dormir?

Comigo, o Sítio foi ainda mais especial. Foi a primeira vez que vi um aparelho de televisão na minha vida. Fiquei completamente encantado. Naquela ocasião, passava o episódio Do outro lado da lua. Era simplesmente fantástica a idéia de jogar o pó de pirlimpimpim e estar em outro lugar numa fração de segundos.

Só lamento não ter mais uma vitrola para ouvir o meu disco de vinil do especial Pirlimpimpim, cuja abertura é feita por Zilka, numa homenagem muito bonita à Monteiro Lobato.

Eu estou de luto e mais não digo porque agora estou triste pra valer.
1. O Beto é meu melhor amigo, o irmão que escolhi ter. E é só isso.
2. Eu tenho preconceito contra gente burra, imbecil, intrometida.
3. Se quer provocar algum leitor meu, vá carpir uma data ok? Este espaço não é para isso.
4. Se é tão espertinha e sabichona, tenha no mínimo a dignidade de se identificar. Tenha algumas aulas de ortografia ou datilografia.
5. Saia da sombra, grande filho ou filha de uma puta.

Wednesday, March 09, 2005

Cumpri a promessa. E tenho lamentado não poder ficar mais tempo dentro do carro para ouvir a batida perfeita da mistura de rap com samba feita pelo Marcelo D2. Vem cá, rapaziada. Levante o braço e vamos fazer barulho. O CD é do caralho. O artista é fera, tem maior ginga, presença de palco. Em alguns vários momentos, tinha a impressão de ouvir a potência da voz de Cássia Eller. Falando sério? Quase estourei os tímpanos de tão embriagado. E lógico, pensei em você.

Esse é o cara sangue bom... Essa onda que tu tira, qual é ? Essa marra que tu tem, qual é ? Tira onda com ninguém, qual é ? Qual é neguinho ? Qual é ?


Aliás, pensei tanto que você até me convidou para ser seu amigo no orkut. E fiquei me perguntando: será que você está pensando em mim de um jeito que eu não imagino, mas que se eu imaginasse ficaria muito, muito feliz? Sim, sim, sim. Eu estou muito feliz. Certamente tem tudo a ver: o ritmo novo, uma sensação nova, uma descoberta. Eu sabia que alguma coisa muito boa estava pra acontecer. Eu e você juntos? Bom demais, bom demais.

Tuesday, March 08, 2005


Tempos atrás, um amigo viajou para os Estados Unidos e me trouxe um presente na bagagem: um CD do Public Enemy. A sinceridade típica dos jovens aflorou e eu fui obrigado a dizer ao meu amigo que, decididamente ele não me conhecia. Tanto que a primeira pessoa que me visitou e disse, nossa, você tem um cd do Public Enemy!, levou o mimo para casa.

Não sou fã de rap. Mas hoje, durante o jantar, acompanhei o Acústico Marcelo D2. E achei maneiro, rapazeada. Tanto que amanhã devo perder a virgindade nesse ritmo e, enfim, comprar o meu primeiro CD do gênero.

Bom, pra falar a verdade bem verdadeira, tem outras duas razões para este súbito interesse. Mais não digo porque não posso.

Sunday, March 06, 2005

Estava meio desapontado com a crítica feita ao filme O Fantasma da Ópera, que praticamente decidira não ver a película. Mas depois de conversar com um amigo, mudei de idéia. E foi uma grata surpresa.

No teatro, esta foi a cena mais linda. Os caras são fodas. Puseram água e um barco no palco, além de uma centena de candelabros e velas.


Não só pela trilha sonora, belíssima, mas principalmente por relembrar fevereiro de 1998, quando tive a oportunidade de ver a montagem do musical num teatro da Broadway, em Nova Iorque. Evidentemente que são linguagens absurdamente diferentes, mas a emoção se manteve a mesma. A força de ver toda aquela infra-estrutura funcionando de maneira tão eficaz, emocionou meu coração.

De novo, na platéia daquele teatro, lembrei dos amigos queridos. Acho legal poder dividir esses momentos com gente especial. Naquele dia, nos EUA, estava com o Carlos. Hoje estive com a Thais. Abaixo, deixo a letra da música mais bela, na minha opinião. E se puder, arrisque algumas horas no cinema. O filme é bem bonito.


All I Ask of You

RAOUL
No more talk of darkness,
Forget these wide-eyed fears.
I'm here, nothing can harm you -
my words will warm and calm you.
Let me be your freedom,
let daylight dry -your tears.
I'm here, with you, beside you,
to guard you and to guide you . . .

CHRISTINE
Say you love me every waking moment,
turn my head with talk of summertime...
Say you need me with you,
now and always...
promise me that all you say is true -
that's all I ask of you...

RAOUL
Let me be your shelter,
let me be your light.
You're safe: No-one will find you
your fears are far behind you . . .

CHRISTINE
All I want is freedom, a world with no more night . . .
and you always beside me to hold me and to hide me . . .

RAOUL
Then say you'll share with me one love,
one lifetime… Iet me lead you from your solitude...
Say you need me with you here,
beside you… anywhere you go, let me go too -
Christine, that's all I ask of you...

CHRISTINE
Say you'll share with me one love,
one lifetime…say the word and I will follow you . . .

BOTH
Share each day with me,
each night, each morning...

CHRISTINE
Say you love me . . .

RAOUL
You know I do . . .

BOTH
Love me - that's all I ask of you... (They kiss)
Anywhere you go let me go too…
Love me - that's all I ask of you . .

(CHRISTINE starts from her reverie)

CHRISTINE
I must go - they'll wonder where I am... wait for me, Raoul!

RAOUL
Christine, I love you!

CHRISTINE:
Order your fine horses!
Be with them at the door!

RAOUL
And soon you'll be beside me!

CHRISTINE
You'll guard me, and you'll guide me...
(They hurry off. The PHANTOM emerges from behind the statue)

Thursday, March 03, 2005

Tuesday, March 01, 2005


Toda vez que ouço as chamadas de Laços de Família, sinto um aperto no coração. Gosto da forma como o Manoel Carlos fala dos afetos, da vida. Na versão original, tem uma cena em que a Alma (Marieta Severo), depois de uma desilusão com o Edu (Reynaldo Gianechini), fala que família não é nada além de um monte de fotografias no aparador. Talvez ela estivesse certa, talvez não, quem sabe?

- 0 –

Eu tenho sentido saudades. Até de algo que ainda não vivi. É estranho. E este texto tem a ver com o que o Beto escreveu no último post dele. Algumas relações começam na discórdia. Não. Eu também não estou apaixonado, muito menos namorando, nada disso. Mas é que estou olhando alguém com outros olhos. A gente se conhece há muito tempo, mas no início houve um desconforto e nunca imaginei que pudesse ter algum tipo de interesse. O fato é que sempre fiquei incomodado na sua presença. E alguns bons anos de análise explicam esta sensação. De uma maneira muito casual, hoje, pode ser que haja uma possibilidade. O que tem modificado os meus pensamentos antes de dormir. Agora já tenho os novos telefones, sei o jeito de encontrar. Só falta a coragem de arriscar.

- 0 –

Tenho pensado muito numa das muitas geniais frases ditas pelo Beto. Na minha estada em Curitiba, volta e meia ele dizia: “você já imaginou que neste exato momento, alguém que você não imagina está pensando em você de um jeito que você não imagina, mas que se você soubesse, ficaria muito feliz?” Fale a verdade: Não é o máximo? A frase e tudo o que ela significa.