Este lugar é lindo de verdade. Não foi mera ilusão o que foi mostrado na novela Da cor do pecado. Com um atraso de 1h00 no vôo, cheguei à capital do Maranhão às 3h00, contando que aqui não há horário de verão. Venta muito, o que diminui a sensação térmica dos 32 graus médios. Haja protetor solar.
Detalhe: as pessoas, no geral, são muito feias. É preciso se desprover de todos os conceitos sulistas para começar, de leve, a achar alguém interessante.
- 0 -
Os nomes são muito bacanas. Fui atendido pelo Maikoflan. Pedimos algumas informações turísticas, que foram respondidas pela Gleisseane. Eu gosto de imaginar o que pensaram os pais na hora de escolher o modo de chamar os pimpolhos. Sentiram alegria? Acharam-no sonoro? Prometi que vou andar com papel e caneta para anotar tudo o que encontrar pela frente.
- 0 -
Aqui há muita pobreza. Exceto nos lugares públicos, perto do poder. Os palácios dos governos municipal e estadual são belíssimos. No entorno, tudo restaurado. Nas ruas, porém, desdentados esmolam por turistas. E mais: certamente estamos sendo confundidos com estrangeiros. Vários já nos abordaram em outra língua.
- 0 -
O estranhamento começou no avião, quando o comandante fez um alerta sobre prostituição infantil. Aqui é muito forte mesmo. E com tolerância social bastante clara. No restaurante onde almoçamos, um senhor com mais de 50 anos, estava com duas garotas. Mais que beijá-las, ele as lambia. Os demais turistas que estavam no local, assim como nós, ficaram constrangidos. Mas ninguém moveu uma palha. Na praia, duas garotas - pela aparência, menores de idade - fizeram sinal para que nos aproximássemos. Nas ruas da região histórica, patrimônio cultural da humanidade, elas estão sentadas nos bancos da praça. Parecem tranquilas. Mas o olhar e o movimento do corpo, revelam uma grande tristeza, um vazio profundo.
- 0 -
Estou em excelente companhia. Além do meu amigo Carlos, a Lígia Fagundes Telles, o José Saramago e a Hilda Hilst.
e ooooooooolhaaaaaaaaaaaa! qui bunítuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!