Pois é. Hoje já é dia 28 de dezembro de 2004. Até agora nada do Papai Noel me entregar a tão sonhada e propalada D-E-S-F-R-A-G-M-E-N-T-A-D-O-R-A de papel que eu tanto desejava.
Sucedeu que eu ganhei camisas, sabonetes, agendas, vinho, muitos abraços e desejos de paz, saúde, felicidade, dinheiro blá, blá, blá. Mas absolutamente nada da D-E-S-F-R-A-G-M-E-N-T-A-D-O-R-A.
Fiquei pensando que algo poderia ter dado errado. Até mesmo depois de descobrir outras duas pessoas que sonham em ter uma D-E-S-F-R-A-G-M-E-N-T-A-D-O-R-A, além do Beto e eu. É isso mesmo, gente bacana que acessa este blog. O Carlos Roberto Appoloni e a Kátia Morbis também almejam este tão estranho objeto de desejo.
Mas voltando ao que deve ter mal sucedido, fui até a Tombini. Queria saber se o Papai Noel não passara por lá e levara todas as D-E-S-F-R-A-G-M-E-N-T-A-D-O-R-A-S da loja e que, por algum problema com as renas, não tivera tempo de deixá-la em minha casa.
Foi então que a solícita vendedora Geórgia Fontoura me deu um grande puxão de orelha. É que D-E-S-F-R-A-G-M-E-N-T-A-D-O-R-A simplesmente não existe. O que há, na verdade, é uma F-R-A-G-M-E-N-T-A-D-O-R-A de papel. Por uma questão lógica, a máquina fragmenta, pica, destrói o papel. Percebe? D-E-S-F-R-A-G-M-E-N-T-A-R significa então, juntar tudo de novo?
Santa inteligência Batman!
Tudo ficou claro e cristalino desde ontem, por volta de meio-dia. Se eu tivesse pedido ao Papai Noel uma F-R-A-G-M-E-N-T-A-D-O-R-A, talvez neste momento já estaria triturando meus comprovantes de cartão de crédito e não aqui escrevendo mais este post.
Não dá nada não. Ano que vem reforço minhas preces. Se bem que em junho, 35 anos, quem sabe...
hehehheheh