Acabo de chegar de um lugar muito bom, onde fui logo após a festa de confraternização da TV Mix. E senti a necessidade de fazer alguns questionamentos decorrentes de fatos muito importantes que ocorreram desde a última sexta-feira. As respostas, talvez, venham no decorrer das horas, dos dias, da vida.
1) O que te move a fazer uma brincadeira com alguém com quem, supostamente, você se sente à vontade para tal e no fim, acaba virando um grande mal entendido e você tem a sensação de ter perdido aquilo que nunca teve na verdade?
2) Por que uma mulher recém-separada de um troglodita da pior espécie, liga pra ele no meio da madrugada, implorando para que ele vá comê-la – assim com essas palavras – imediatamente, ou, do contrário, ela sairá às ruas à caça do primeiro que queira possui-la?
3) Por que o desejo não surge simultaneamente com as duas pessoas, até por elas serem muito legais, para que elas possam viver um romance intenso?
4) Quantas vezes, afinal, a gente vai conseguir se apaixonar de verdade e transformar esta paixão num relacionamento cheio de boas possibilidades?
5) Por que a gente insiste em tentar criar justificativas para a nossa mais completa incapacidade de conviver com o real, deixando o ideal no plano de onde ele nunca deveria ter saído, os sonhos, até porque ele não é nada além disso mesmo?
6) Por que, numa época de tantas facilidades para se encontrar as pessoas, falar com elas, estar com elas, a gente ainda tem tanto medo de dizer aquilo que realmente sente?
7) Até que ponto temos realmente o direito de ter dúvidas sobre os nossos sentimentos sem envolver o outro na nossa história, principalmente sem prometer-lhe o céu, quando no máximo conseguiremos dar apenas uma breve visão do inferno a ele?
Publicado em 13 de dezembro de 2004 às 02:15 por joao
amei este tópico: “Por que, numa época de tantas facilidades para se encontrar as pessoas, falar com elas, estar com elas, a gente ainda tem tanto medo de dizer aquilo que realmente sente?”
vou tomar minha atitude depois disto...
bjo grande, migo!