Olá... sentiram a minha falta? Tive uma semana pra lá de tumultuada, que ficou um pouco mais complicada depois da convocação oficial pra vir à Curitiba, onde estou agora, orientar alunos de pós-graduação.
Depois do périplo de entrevistar Belinati e Nedson, convencer os meus três chefes londrinenses de que eu precisava estar aqui, de agendar uma aula de reposição, o que acontece com os alunos curitibanos? um esquece o trabalho e pergunta se pode me enviar por e-mail. O outro tem um problema de saúde e diz que também vai me mandar por e-mail. Humpf! (não vou falar palavrão na casa da Simone e da Sílvia)
Ainda bem que há amigos mais que especiais aqui. Mas que deu uma raiva, ah, isso deu.
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Assim como a Simone, eu tomei uma decisão definitiva na minha vida. Tempos atrás eu fui ler as cartas, e o vidente me disse que eu vou viver até os 92 anos de idade. Isso significa que em 2.062 partirei dessa para melhor. O fato é que tenho ainda mais 58 anos de vida. E fiz um juramento: a partir de agora, toda vez que eu me envolver com alguém, e passados uns 20, 30 dias de “relação”, e a pessoa me dispensar “porque eu sou um cara muito legal”, vou dar um murro bem grande no meio da cara. E tenho dito.
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Pra completar, tive a dolorosa conversa com minha mãe. Claro, ela me perdoou. Mas de uma maneira tão sábia, que fiquei me sentindo o último grão de areia do deserto.
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Agora vou divertir nessa terra que faz um frio danado.
Publicado em 23 de outubro de 2004 às 11:13 por joao
Um grande beijo e até mais tarde.