A minha tristeza não tem cor, melodia, muito menos rima e poesia. Nada de tragicômica, embora idiota, dispensável. Eu pressentia que ela estava por perto, rondando, querendo se achegar. E foi exatamente assim que ela fez. Talvez tenha começado com algumas descobertas absurdamente reveladoras e importantes da última sessão de análise. Passou ainda por um e-mail de dispensa do meu afeto e terminou com um sonho. Eu reencontrei meu pai e o abracei. E disse:
- Pai, há quanto tempo. Por onde o senhor tem andado?
- Por aí, te observando.
- Mas se está me olhando, por que eu não o vejo?
-...
- O senhor não vai me abraçar?
Publicado em 26 de setembro de 2004 às 17:18 por joao
li sua página toda...comecei lendo alguns posts e qdo percebi estava sorvendo o que vc escreve.
Quem é vc? Passou no Mestrado em que?
Too many questions...
Espero q vc responda,
Ate mais,
Eva