A gente amadurece e aprende a conviver melhor com as dificuldades. Certo? Mais ou menos. O fato concreto é que o passar dos anos apenas refina a maneira como sofremos. Esta semana, por exemplo, fui trapaceado.
Eu deveria até achar que se trata apenas de uma grande bobagem. Ocorre que eu fiquei bem chateado. E como estava impotente para reagir, briguei comigo. Resultado: gripe fortíssima, 38,7, 39 graus entre sexta e sábado. Uma dor imensa no joelho e na lombar. Que só hoje começou a dar sinais de melhora. O pior é saber que o médico da alma e a terapeuta já têm o diagnóstico pronto.
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Outra sensação de impotência ocorreu na terça-feira. Fui à loja de passes comprar os tais para a Neusa, que trabalha comigo. Desportista que sou, peguei minha bike laranja fosforescente e saí como maluco pelo centro da pequena Londres. Na volta, assim, do nada, a pulseira do meu relógio Casio, digital, com o mapa mundial em holograma, abriu e caiu do meu braço. Bastou eu brecar a bike para a Grande Londrina vir imponente, passando por cima do mimo. Ingênuo que sou, levei-o à clínica dos relógios. Se o tal pode ser usado para mergulho, resistente à pressão, quem sabe não trincou apenas só o vidro. Eu gosto de acreditar nisso.
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Estou torcendo do fundo da minha alma para a Cida ser a finalista desta edição do Big Brother Brasil, junto com o Thiago. No próximo post eu explico.
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Por que você não vem ficar comigo?