Bem, caros amigos! Não bastasse toda a sorte que tive na minha vida até agora, hoje sorri um sorriso batuta. Fui à lotérica, conferi número por número. E fui premiado. Pela primeira vez ganhei algo de valor com bilhetes. Eu tinha certeza que se acreditasse na propaganda da Caixa Econômica Federal, minha vida mudaria de rumo. Hoje ela começou a mudar. O vencedor foi eu. Junto com mais 1.079.898 ganhadores faturei R$ 2,00 na Lotofácil. Meu, deu uma alegria que vocês não imaginam. E este foi só o primeiro. Tenho certeza que outros virão.
PS: Por enquanto ainda não dá pra dividir com os amigos. Quem sabe no próximo, né?
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Wednesday, January 28, 2004
Tuesday, January 27, 2004
Fim de semana foi em família, comemorando a formatura de minha irmã. A Laldeci agora é psicóloga formada, diplomada, emancipada.
A festa esteve pra lá de boa. Umuarama reuniu poucos e bons em quatro cerimônias muito interessantes.
No sábado, foi o dia do baile. E duas coisas me chamaram a atenção.
1) Por que as mulheres implicam tanto quando os homens resolvem beber um pouco pra relaxar?
2) Por que será que, depois de gastar tanto dinheiro com o último lançamento em sandália - prata velha, dourada ou prata com strass, salto agulha não sei das quantas, algo pra amarrar no tornozelo ou sei lá o que – ainda no começo da noite, elas tiram o adereço do pé e começam a bailar como loucas ensandecidas pisando no chão, estragando toda a meia-fina?
Hoje, caí na besteira de fazer a pergunta 1 pr’ uma amiga. Rapaz... acabei concluindo que ela estava com TPM. Amigo, a mulher ficou tão furiosa, disse que não suporta bêbados, que os homens viram uns chatos, blá, blá, blá... Não tive nem a oportunidade de retrucar.
De novo, me veio à mente a imagem de uma formanda tascando a mão na lata de cerveja do namorado, ele indignado tentando explicar. Um barraco. Daí lembrei das razões que me levam a beber um pouco. Não tem nenhuma afronta contra ninguém. Eu bebo pra relaxar. E só. Talvez pra perder um pouco do pudor, da timidez, sentir-me um pouco mais leve. Já paguei grandes micos bêbado, admito. Mas não tem nada além da vontade de ficar um pouco fora dos modelos, padrões, hipocrisias em geral. E só. Será que não ocorre o mesmo com os demais homens desse Brasil varonil? Continuo não entendendo a fúria feminina. Mas cada vez compreendendo mais as escapadas masculinas, nos dois sentidos que elas podem ter.
Quanto à pergunta número 2... meninas, não há nada mais deprimente do que vê-las de sandália na mão. Acaba com o tesão de qualquer um. E, sinceramente, não dá pra confiar em alguém que gasta tanto dinheiro - Carrie Bradshaw que o diga - numa sandália, para depois tirá-las do pé sem o menor pudor. Não dá.
A festa esteve pra lá de boa. Umuarama reuniu poucos e bons em quatro cerimônias muito interessantes.
No sábado, foi o dia do baile. E duas coisas me chamaram a atenção.
1) Por que as mulheres implicam tanto quando os homens resolvem beber um pouco pra relaxar?
2) Por que será que, depois de gastar tanto dinheiro com o último lançamento em sandália - prata velha, dourada ou prata com strass, salto agulha não sei das quantas, algo pra amarrar no tornozelo ou sei lá o que – ainda no começo da noite, elas tiram o adereço do pé e começam a bailar como loucas ensandecidas pisando no chão, estragando toda a meia-fina?
Hoje, caí na besteira de fazer a pergunta 1 pr’ uma amiga. Rapaz... acabei concluindo que ela estava com TPM. Amigo, a mulher ficou tão furiosa, disse que não suporta bêbados, que os homens viram uns chatos, blá, blá, blá... Não tive nem a oportunidade de retrucar.
De novo, me veio à mente a imagem de uma formanda tascando a mão na lata de cerveja do namorado, ele indignado tentando explicar. Um barraco. Daí lembrei das razões que me levam a beber um pouco. Não tem nenhuma afronta contra ninguém. Eu bebo pra relaxar. E só. Talvez pra perder um pouco do pudor, da timidez, sentir-me um pouco mais leve. Já paguei grandes micos bêbado, admito. Mas não tem nada além da vontade de ficar um pouco fora dos modelos, padrões, hipocrisias em geral. E só. Será que não ocorre o mesmo com os demais homens desse Brasil varonil? Continuo não entendendo a fúria feminina. Mas cada vez compreendendo mais as escapadas masculinas, nos dois sentidos que elas podem ter.
Quanto à pergunta número 2... meninas, não há nada mais deprimente do que vê-las de sandália na mão. Acaba com o tesão de qualquer um. E, sinceramente, não dá pra confiar em alguém que gasta tanto dinheiro - Carrie Bradshaw que o diga - numa sandália, para depois tirá-las do pé sem o menor pudor. Não dá.
Honestamente não sei o que se passa comigo.
Não consigo mais escrever nada que ache interessante.
Não consigo mais escrever nada que ache interessante.
Tuesday, January 06, 2004
Duas imagens exibidas nas edições do Paraná TV de sábado me chamaram a atenção. Numa delas, uma mulher entra desesperada porta adentro daquela loja que sempre faz a tal da megaliqüidação de início do ano. Ela encontra a tão sonhada geladeira. Abraça-a e grita de alegria. Não se contém e beija o elefante branco. Noutro momento, cidade distante, uma senhora com rugas no rosto, outra filial da loja que realiza desejos a preços módicos, chora depois de conseguir comprar uma máquina de costura. “Era o sonho da minha vida”, disse ao repórter.
Admito que entristeci ao ver tanta miséria. Delas, a minha, quem sabe a sua. Como pode o projeto de felicidade de alguém se resumir a uma geladeira ou uma máquina de costura? Os sonhos não devem incluir limusines, transatlânticos, palácios, mansões, príncipes encantados, viagens, boas comidas, champanhe da melhor safra?
Numa conversa com o Beto neste fim de ano, ele me relatava uma série de reportagens produzida pela TV Educativa. Numa delas, um homem dizia que esperava das pessoas que elas apenas lhe dessem bom dia. Era a maneira de ser reconhecido como pessoa. Não precisava dinheiro, roupa, emprego, ajuda alguma. Apenas bom dia.
Toca o telefone, uma amiga diz que está com o coração apertado. No bar, uma sempre sorridente amiga está com um sorriso disfarçado. No fundo, uma angústia tremenda invade-lhe o peito. Ele entra na redação. Não fala nada, apenas acena. Os olhos estão entristecidos. Talvez a alma também.
É caros amigos. Ser feliz é uma “dificulidade”. E esse sentimento que todos nós buscamos, certamente deve estar em algo tão simples quanto uma geladeira, uma máquina de costura ou um bom dia caloroso. Dia após dia criamos a ilusão de que é preciso mais para ser feliz. Não é. Isso é balela. Num treinamento de gerência do Banco do Brasil, a instrutora relatou um episódio curioso. O sonho da família de uma amiga era ter uma casa na praia. Lutaram, trabalharam, economizaram e, finalmente, compraram um apartamento a três quadras da beira mar. No exato dia em que mudaram, sem mesmo tomar uma fresca na sacada, saíram atrás de um outro imóvel, agora sim, de frente para o mar. Depois de realizado mais este desejo, o próximo talvez fosse um iate, quem sabe?
Não, não tenho ilusões. Poliana certamente não é um mal de que padeço. Mas o respeito por si mesmo, a percepção que o mundo ideal efetivamente não existe e de que há situações que se solucionam por si, sem que haja um milímetro da nossa interferência, ah, sim. Isso sim pode trazer um pouco mais de serenidade. Talvez a felicidade seja uma utopia de nós pequenos e disfarçados burgueses. Talvez haja muito mais coisas interessantes ainda perto, bem perto do nosso próprio umbigo.
A gente vive o tempo da cegueira, do auto-engano. Capitulamos sempre imaginando que o colega ao lado é quem conhece o verdadeiro sentido da felicidade. Morreremos, mas não desistiremos. Não, não estou falando da felicidade. A nossa vocação, perdoem-me, parece ser o sofrimento. E nisso, gente, mais uma vez o Beto está certo. Certo não, certíssimo. Ninguém foi feito pra sofrer. Sabe o que eu espero que a vida lhe ofereça, caro amigo? uma geladeira, uma máquina de costura e muitos, muitos bons dias!
Admito que entristeci ao ver tanta miséria. Delas, a minha, quem sabe a sua. Como pode o projeto de felicidade de alguém se resumir a uma geladeira ou uma máquina de costura? Os sonhos não devem incluir limusines, transatlânticos, palácios, mansões, príncipes encantados, viagens, boas comidas, champanhe da melhor safra?
Numa conversa com o Beto neste fim de ano, ele me relatava uma série de reportagens produzida pela TV Educativa. Numa delas, um homem dizia que esperava das pessoas que elas apenas lhe dessem bom dia. Era a maneira de ser reconhecido como pessoa. Não precisava dinheiro, roupa, emprego, ajuda alguma. Apenas bom dia.
Toca o telefone, uma amiga diz que está com o coração apertado. No bar, uma sempre sorridente amiga está com um sorriso disfarçado. No fundo, uma angústia tremenda invade-lhe o peito. Ele entra na redação. Não fala nada, apenas acena. Os olhos estão entristecidos. Talvez a alma também.
É caros amigos. Ser feliz é uma “dificulidade”. E esse sentimento que todos nós buscamos, certamente deve estar em algo tão simples quanto uma geladeira, uma máquina de costura ou um bom dia caloroso. Dia após dia criamos a ilusão de que é preciso mais para ser feliz. Não é. Isso é balela. Num treinamento de gerência do Banco do Brasil, a instrutora relatou um episódio curioso. O sonho da família de uma amiga era ter uma casa na praia. Lutaram, trabalharam, economizaram e, finalmente, compraram um apartamento a três quadras da beira mar. No exato dia em que mudaram, sem mesmo tomar uma fresca na sacada, saíram atrás de um outro imóvel, agora sim, de frente para o mar. Depois de realizado mais este desejo, o próximo talvez fosse um iate, quem sabe?
Não, não tenho ilusões. Poliana certamente não é um mal de que padeço. Mas o respeito por si mesmo, a percepção que o mundo ideal efetivamente não existe e de que há situações que se solucionam por si, sem que haja um milímetro da nossa interferência, ah, sim. Isso sim pode trazer um pouco mais de serenidade. Talvez a felicidade seja uma utopia de nós pequenos e disfarçados burgueses. Talvez haja muito mais coisas interessantes ainda perto, bem perto do nosso próprio umbigo.
A gente vive o tempo da cegueira, do auto-engano. Capitulamos sempre imaginando que o colega ao lado é quem conhece o verdadeiro sentido da felicidade. Morreremos, mas não desistiremos. Não, não estou falando da felicidade. A nossa vocação, perdoem-me, parece ser o sofrimento. E nisso, gente, mais uma vez o Beto está certo. Certo não, certíssimo. Ninguém foi feito pra sofrer. Sabe o que eu espero que a vida lhe ofereça, caro amigo? uma geladeira, uma máquina de costura e muitos, muitos bons dias!
Friday, January 02, 2004
Entre os muitos presentes que a TV Cidade meu Deu, estava o Beto. Nos conhecemos quando ele esteve por lá fazendo teste para repórter. Foi apenas uma semana e ele já foi chamado para cobrir férias na TV Coroados. No início da carreira, ele percorreu várias cidades do Estado até se fixar em Curitiba. A primeira sensação forte de que éramos amigos de verdade foi quando ele me ligou no meio de uma tarde, em dúvida se aceitava a proposta de trabalho definitivo na TV Paranaense e se mudava pra Curitiba.
Na verdade eu creio que já amava o Beto antes mesmo de conhecê-lo. Lembro que certa vez, na minha infância, eu brincava sozinho na cozinha e minha mãe, a dona Alice, comentou com o meu pai, o seo João, que deveriam arrumar um irmão pra mim. Esse irmão era o Beto, que eu conheci muitos anos depois. Hoje, eu tenho plena convicção. Sem querer hierarquizar as relações, eu sinto um amor profundo por este cidadão. Não somos gêmeos univitelíneos. Mas é sempre muito dolorido ficar longe dele por muito tempo.
O Beto é aquele tipo de amigo que faz a diferença na vida da gente. Pra quem o conhece na superfície, pode imaginar que ele é sempre engraçado. E é mesmo. Mas tem momentos de verdadeiro companheirismo. Ele sabe compartilhar afeto, atenção, cuidado. Os dias em Curitiba mostraram-se negros por um longo período. Estava eu lá cabisbaixo, ele entrava no quarto, me olhava e dizia: - Eu estou aqui, ok? Fã ardoroso de Adélia Prado, certa tarde rumei pra Curitiba pra ver a escritora. Ele que nem era fã dela, fez todo o périplo comigo. Sem reclamar. O Beto não fala palavrão. Ele vai à missa. Ele tem caráter. É íntegro. Sabe viver o presente. De vez em quando também fica triste. Mas quando isso ocorre, deita e dorme. Certo que o momento ruim vai passar. Ele é generoso. Trocamos todas as confidências que os amigos verdadeiros podem fazer. Quando meu pai morreu, ele não pôde vir. Não precisava. A presença dele era tão forte ao meu lado, que não deu pra se sentir desamparado.
São nove anos de amizade. Muitas horas de conversas da melhor qualidade. Assunto nunca faltou. Em Curitiba almoçávamos juntos, passeávamos juntos, acompanhávamos um ao outro até o elevador. Quando decidi retornar pra Londrina, o momento mais triste foi me despedir dele. A tarde estava um pouco cinzenta, a gente desceu até a garagem, ficamos lá na calçada esperando um amigo que vinha se despedir de mim. Ele veio e se foi. E eu lá torcendo pra que o tempo parasse e não fosse preciso dizer tchau pro Beto. Foi a despedida mais dolorida da minha vida. Separar-me de alguém tão especial provocou lágrimas pelo menos até Ponta Grossa.
Eu e o Beto temos um pacto. Nunca dito, nunca firmado com sangue. Mas escrito com o amor e afeto que só as pessoas de alma nobre conseguem acessar e compreender. No final do ano passado, o amigo passava por uma crise financeira. E veio meio chateado com um presente, que ele considerava simples. Até disse “desculpe, aí, eu estou meio sem grana”.
É Beto, você não precisava ter se justificado. Sabe por que? Não haverá nada material que seja tão grande quanto você. Nada se comparará ao presente de ser seu amigo. Ainda que eu vivesse por toda a eternidade, não teria tempo suficiente para agradecer a Deus de tê-lo colocado em meu caminho. Eu espero que você respeite o ciclo natural da vida e não cometa a falseta de me abandonar nesta jornada precipitadamente. Eu preciso ir antes. Porque certamente este mundo ficaria muito sem graça sem você.
Eu já lhe disse pessoalmente, já disse por telefone, agora registro aqui. Eu amo você, meu amigo. E espero que hoje, no seu aniversário, você se sinta abraçado por mim. Se tem algo que eu me orgulho nessa vida é poder dizer pra todo mundo: o Beto é meu amigo.
Na verdade eu creio que já amava o Beto antes mesmo de conhecê-lo. Lembro que certa vez, na minha infância, eu brincava sozinho na cozinha e minha mãe, a dona Alice, comentou com o meu pai, o seo João, que deveriam arrumar um irmão pra mim. Esse irmão era o Beto, que eu conheci muitos anos depois. Hoje, eu tenho plena convicção. Sem querer hierarquizar as relações, eu sinto um amor profundo por este cidadão. Não somos gêmeos univitelíneos. Mas é sempre muito dolorido ficar longe dele por muito tempo.
O Beto é aquele tipo de amigo que faz a diferença na vida da gente. Pra quem o conhece na superfície, pode imaginar que ele é sempre engraçado. E é mesmo. Mas tem momentos de verdadeiro companheirismo. Ele sabe compartilhar afeto, atenção, cuidado. Os dias em Curitiba mostraram-se negros por um longo período. Estava eu lá cabisbaixo, ele entrava no quarto, me olhava e dizia: - Eu estou aqui, ok? Fã ardoroso de Adélia Prado, certa tarde rumei pra Curitiba pra ver a escritora. Ele que nem era fã dela, fez todo o périplo comigo. Sem reclamar. O Beto não fala palavrão. Ele vai à missa. Ele tem caráter. É íntegro. Sabe viver o presente. De vez em quando também fica triste. Mas quando isso ocorre, deita e dorme. Certo que o momento ruim vai passar. Ele é generoso. Trocamos todas as confidências que os amigos verdadeiros podem fazer. Quando meu pai morreu, ele não pôde vir. Não precisava. A presença dele era tão forte ao meu lado, que não deu pra se sentir desamparado.
São nove anos de amizade. Muitas horas de conversas da melhor qualidade. Assunto nunca faltou. Em Curitiba almoçávamos juntos, passeávamos juntos, acompanhávamos um ao outro até o elevador. Quando decidi retornar pra Londrina, o momento mais triste foi me despedir dele. A tarde estava um pouco cinzenta, a gente desceu até a garagem, ficamos lá na calçada esperando um amigo que vinha se despedir de mim. Ele veio e se foi. E eu lá torcendo pra que o tempo parasse e não fosse preciso dizer tchau pro Beto. Foi a despedida mais dolorida da minha vida. Separar-me de alguém tão especial provocou lágrimas pelo menos até Ponta Grossa.
Eu e o Beto temos um pacto. Nunca dito, nunca firmado com sangue. Mas escrito com o amor e afeto que só as pessoas de alma nobre conseguem acessar e compreender. No final do ano passado, o amigo passava por uma crise financeira. E veio meio chateado com um presente, que ele considerava simples. Até disse “desculpe, aí, eu estou meio sem grana”.
É Beto, você não precisava ter se justificado. Sabe por que? Não haverá nada material que seja tão grande quanto você. Nada se comparará ao presente de ser seu amigo. Ainda que eu vivesse por toda a eternidade, não teria tempo suficiente para agradecer a Deus de tê-lo colocado em meu caminho. Eu espero que você respeite o ciclo natural da vida e não cometa a falseta de me abandonar nesta jornada precipitadamente. Eu preciso ir antes. Porque certamente este mundo ficaria muito sem graça sem você.
Eu já lhe disse pessoalmente, já disse por telefone, agora registro aqui. Eu amo você, meu amigo. E espero que hoje, no seu aniversário, você se sinta abraçado por mim. Se tem algo que eu me orgulho nessa vida é poder dizer pra todo mundo: o Beto é meu amigo.